O legado da Politica Externa do governo Obama: Caos e LGBT

By Wendy Wright | May 7, 2016

NOVA YORK, 06 de maio (C-Fam) O presidente Obama se aproxima do fim de seu mandato e sua política externa permanece indecifrável até mesmo para especialistas. Suas reservas em assuntos externos – mesmo em casos de genocídio – é lendária, com exceção de um assunto. Um plano bem coordenado sobre uma questão fundamental aparece nos discursos dos funcionários, nos financiamentos obscuros no exterior e quando incomodam diplomatas em banheiros da ONU para revelar uma prioridade da política externa de Obama.

“Internacionalmente, esta administração tem se esforçado para promover os direitos LGBT em todo o mundo, e, por outro lado, permanecer em silêncio sobre as minorias cristãs ao redor do mundo que sofrem perseguição e genocídio no Oriente Médio”, disse um ex importante funcionário do Departamento de Estado ao Friday Fax.

Em 2011, Hillary Clinton declarou direitos a prioridade para lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros (LGBT) e Obama estabeleceu um “Fundo para a Igualdade Global”, com o objetivo de dar dinheiro para ativistas LGBT que combatem, por exemplo, à algumas restrições como a exigência de que uma pessoa tenha que identificar seu sexo biológico no passaporte.

Isto ampliou a preferência política já dada a grupos de aborto. Na primeira semana do presidente Obama no escritório ele dirigiu uma ajuda dos Estados Unidos para grupos de aborto em outros países. As duas questões andam lado-a-lado, e são chamadas nos círculos internacionais de “saúde e direitos sexuais e reprodutivos”.

Antes de tornar-se embaixadora de Obama na ONU, Samantha Power ficou conhecida por defender uma atuação internacional para acabar com os assassinatos em massa. Mas na ONU, ela disse que seu esforço é para que as Nações Unidas paguem por benefícios da segurança social para os companheiros homossexuais dos funcionários e que foi realizado “com o mesmo empenho que o faz em qualquer votação” desde que ela se tornou Embaixadora dos EUA nas Nações Unidas.

“Nós usamos todas as ferramentas que tínhamos. E os embaixadores dos EUA em todo o mundo, nas capitais, tentaram intensamente. E mesmo quando nós suspeitamos que tínhamos sido ultrapassados, mesmo quando suspeitamos que  estávamos por trás da grande maioria, nós continuamos trabalhando”, disse ela recentemente ao grupo defensor dos direitos homossexuais Human Rights Campaign.

“Quando os países não queriam atender nossas chamadas, nós os abordávamos no Hall da Assembleia Geral, no Conselho de Segurança, ou mesmo nos banheiros.”

Samantha disse que os EUA “respondem rapidamente e significativamente quando determinados governos reprimem os direitos LGBT”, o que é um forte contraste com a inércia da administração de Obama em relação a estupros, perseguição e massacre de minorias religiosas no Oriente Médio e na África.

Desde 2012 os EUA já deram cerca de 41 milhões de dólares especificamente para promover o tema  LGBT a nível global, sem incluir os recursos gastos, como por exemplo com funcionários para integrar as questões LGBT no trabalho do governo.

Um memorando presidencial de 2013 detalha a integração do aborto e dos direitos homossexuais por vias diplomáticas através de 20 agências governamentais da Agriculture to the Peace Corps e coordenado pelo National Security Advisor.

Um informativo do Departamento de Estado listou seus “esforços significativamente expandidos” para promover o tema LGBT através do “engajamento privado com os governos, com a sociedade civil, a diplomacia pública, a assistência externa, e com trabalhos em fóruns multilaterais.” A liderança do Departamento de Estado é “continuamente envolvente, tanto privada como publicamente, em nome dos refugiados LGBT e requerentes de asilo”.

Desde 2009, os EUA direcionam financiamento para grupos de aborto, como o International Planned Parenthood Federation e Marie Stopes International. O UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), parceiro de uma agência da China que impõe a política do aborto forçado, recebeu mais de 230 milhões de dólares.

Em 2014, na véspera do natal, o governo lançou novas regras que exigem que, para ser elegíveis para o dinheiro federal, as instituições de caridade baseadas na fé devem fornecer abortos para crianças refugiadas. Eles também exigem aos fornecedores que treinem seus funcionários em temas “LGBT” e identifiquem crianças “transgêneras e intersexuais”.